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Já ouviu falar de verticalização? É bem provável que você a veja todos os dias, quando observa os prédios em sua cidade. A verticalização, ou processo de construção de edificações com elevador, tornou-se uma tendência global. Por que isso aconteceu?

Este processo é consequência do aumento populacional, especialmente nos grandes centros urbanos. E conforme aponta o Censo 2010 do IBGE, a verticalização tem se intensificado devido ao aumento considerável do número de domicílios na categoria apartamento.

Certamente, o desenvolvimento dos elevadores, que teve início no século 19, foi fundamental para que isso acontecesse. Hoje o elevador é reconhecido como o mais seguro meio de transporte do mundo, sem falar da praticidade e conforto que ele oferece para subir e descer os andares de um edifício de maneira rápida e segura.

Ainda assim, os elevadores não são imunes aos degastes que ocorrem com o tempo. Com uso constante e sem manutenção adequada, que deve ser realizada por uma empresa credenciada a cada 30 dias, eles podem apresentar riscos aos passageiros.

Com base em um artigo do portal da AECweb (Arquitetura, Engenharia e Construção), elevadores com muito tempo de uso e manutenção inadequada podem causar os seguintes problemas:

  • Abertura das portas com o elevador em movimento;
  • Mau contato nas botoeiras da cabina ou dos andares;
  • Desnível entre a cabina e o pavimento durante as paradas;
  • Defasagem dos cabos, que podem se romper.

Além de todos estes riscos e desconfortos, ‘o custo da manutenção aumenta com as paradas frequentes’, de acordo com o arquiteto e urbanista Ronaldo Suzuki. E estes problemas são frequentes em elevadores mais antigos. Júlio Herald, gerente de condomínios da administradora Auxiliadora Predial, comenta que “quando o elevador tem mais de 15, 20 anos, começa a exigir mais manutenção. As trocas de peças ficam mais frequentes, e mais caras. E, muitas vezes, começam a pesar no orçamento do condomínio”.

Será que apenas elevadores antigos precisam de modernização?

Não necessariamente. Elevadores que começam a travar, apresentar alto consumo de energia elétrica, desnível, barulhos mais altos e constantes, além de frequentes trocas de peças, indicam a necessidade de modernização. E a demanda por modernização é expressiva ao se considerar os dados da Seciesp, fornecidos pela Revista Elevador Brasil, de que existem 500 mil elevadores no Brasil, sendo que, destes, 60% a 70% precisam ser modernizados.

O que a modernização oferece?

É importante entender que existem dois tipos: a modernização técnica e a estética.

A modernização técnica garante segurança aos passageiros, prolongamento da vida útil do elevador, redução de custos de manutenção com paradas frequentes, redução de custos com troca de peças na manutenção preventiva obrigatória, acelerações suaves, o que agrega mais conforto ao passageiro, além de redução de até 40% no consumo de energia.  Com certeza, toda essa redução de custos é muito bem vinda para o condomínio.

Já a modernização estética oferece a possibilidade de renovar tudo que é visível no elevador, ou seja, o seu acabamento, como portas, pisos, revestimentos, iluminação, inclusão de telas de LCD na cabina, entre outros acessórios. E ela também é positiva, já que valoriza o imóvel ao oferecer um transporte com mais elegância e conforto ao passageiro.

A quem procurar para modernizar elevadores?

Procure uma empresa credenciada e de confiança, que seja uma referência sólida no mercado.

A ENGETAX tem uma bagagem de 30 anos para oferecer serviços de modernização técnica e estética para equipamentos que não mais apresentam confiabilidade de funcionamento e conforto desejado. Nossos projetos de modernização possibilitam que o funcionamento do seu elevador se torne igual ao de um equipamento novo.

Independentemente de qual tipo de modernização seja escolhida, os projetos de modernização da ENGETAX são sempre compatíveis com as necessidades do cliente, promovendo adequação e melhorias que atendam às normas de segurança por meio de tecnologias de última geração. SAIBA MAIS no link abaixo.

 

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